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Minutos após uma grande confusão causada por torcedores do Corinthians no hotel em que o clube está hospedado em Fortaleza, o presidente Duílio Monteiro Alves desceu ao lobby para conversar com o grupo. Ele foi o mais xingado pelo coletivo na chegada da delegação corintiana ao local depois da eliminação da equipe alvinegra na Conmebol Sul-Americana, na noite desta terça-feira (3).
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A conversa durou cerca de meia hora e foi repleta de cobranças sobre o planejamento do Timão. Duílio ouviu críticas sobre as mudanças de comando, ausência de contratações e gerência do futebol.
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Uma das críticas mais fortes escutada pelo mandatário corintiano foi sobre o momento da troca de Vanderlei Luxemburgo por Mano Menezes. Os torcedores presentes questionaram o motivo dela não ter acontecido antes e só ter sido feita entre as partidas da semifinal da Sul-Americana.
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O presidente corintiano admitiu o erro, mas disse que a demora na mudança se devia aos resultados e ao desejo de não fazer um contrato que extrapolasse o período da sua gestão, que se encerra em dezembro. Porém, ele precisou rever a ideia quando a situação ficou insustentável.
Duílio também assumiu a culpa pela falta de rendimento do time, devido às constantes mudanças de treinadores durante a temporada. O mandatário deu a entender no diálogo que um erro puxou outro gerando uma ‘bola de neve’.
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Monteiro Alves também foi cobrado pela postura corintiana na janela de transferências que aconteceu no meio do ano, onde alguns atletas foram vendidos e não houve reposição a altura.
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A resposta foi que, com exceção de Róger Guedes, todas as negociações foram feitas com a consciência de que o retorno financeiro era muito importante para o Timão. Até mesmo o zagueiro Murillo, vendido ao Nottingham Forest, da Inglaterra, por uma quantia menor do que a desejada inicialmente pela diretoria, mas que com as metas e a manutenção de 10% dos direitos econômicos dava margem para que o clube alvinegro tenha um lucro maior no futuro.
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Também houve críticas à contratação de Yuri Alberto feita no início do ano e que envolveu o repasse de diversos direitos econômicos de atletas mais jovens ao Zenit, da Rússia, incluindo o zagueiro Robert Renan, que hoje é um dos destaques da Europa. Neste caso, Duílio defendeu a operação, dizendo que acredita que o centroavante renderá bons frutos técnicos e até mesmo financeiro ao Corinthians. O presidente reforçou que mesmo com o jogador vivendo uma má fase, que dura um período maior do que o esperado, nunca deixou de receber sondagens e consultas pelo centroavante.
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Durante todo o diálogo com os torcedores, Duílio esteve escoltado com seguranças do clube. Antes, esses profissionais tentaram acalmar o grupo que protestava no hotel em que a delegação corintiana estava hospedada, mas o bate-papo com o mandatário do Timão foi a única forma de minimizar a confusão que era repleta de ameaças aos membros da direção e alguns atletas. Fábio Santos, Gil e Yuri Alberto foram os mais atacados verbalmente.
Corintianos que estão hospedados no mesmo hotel aguardaram no lobby a chegada do veículo que trazia o plantel do Corinthians e mesmo com a entrada do grupo isolada por diversas grades tentaram invadir o espaço. O mesmo aconteceu com torcedores que estavam na entrada do local. Houve conflito entre eles e profissionais de segurança do estabelecimento. Uma equipe de aproximadamente 10 policiais estavam no local e também tentaram minimizar a confusão, mas sem sucesso. Os seguranças do Timão também interviram na situação.